1.º Dia da Formação em Roma – 1.ª sessão

Começou hoje a minha formação em Roma.

Nesta semana, vão decorrer vários cursos em simultâneo, pelo que, de manhã, todos os participantes se reuniram no Palazzo Albertoni Spinola, na Piazza Campitelli,2. Este é um dos inúmeros palacetes de Roma, foi construído no séc. XVI e, tal como tantos outros, foi restaurado e convertido em edifício de habitação, de escritórios e de comércio.

Algumas atividades irão ser desenvolvidas com todos os participantes mas, cada curso terá sessões de formação separadamente. As sessões do meu curso, “Interactive ICT-based and web tools for an effective blended, flipped and cooperative learning”, decorrerão à tarde, das 15:00 h às 20:30h. As sessões conjuntas realizam-se durante a manhã.

Os 39 participantes foram recebidos pelo organizador do curso, e também formador, Alessandro Gariano. Cada formando fez a sua apresentação pessoal sendo provenientes de 12 países: 7 sérvios, 3 gregos, 4 turcos, 9 romenos, 2 lituanos, 2 eslovacos, 1 espanhol, 1 finlandês, 1 letão, 2 franceses, 2 búlgaros e por fim, 5 portugueses.

Esta sessão conjunta serviu de introdução à aprendizagem nos vários cursos.

Começamos por abordar a listagem das 8 Competências-chave propostas para a aprendizagem ao longo da vida:

Seguidamente passamos às 15 competências-chave

A União Europeia, após desenvolver todas as anteriores competências apresenta 13485 aptidões/competências ou skills relacionadas com o conhecimento, com as aptidões,  mundo do trabalho e com as diferentes profissões.

Referimos o Skills Panorama para 2030 da UE, que visam a obtenção de emprego futuro e a manutenção desse emprego. Igualmente abordamos as competências relacionadas com o empreendedorismo, também da UE

A propósito das competências-chave, referimos alguns projetos e metodologias que visam a aprendizagem dos alunos e o desenvolvimento das suas competências: a utilização de tecnologia – telemóveis, tablets e computadores -; a organização do espaço e o equipamento versátil em sala de aula – a este propósito salienta-se o projeto da UE, Future Classroom Lab, em Bruxelas -; as vantagens e a importância do trabalho colaborativo

e algumas das técnicas que o promovem, com o visionamento de diferentes exemplos aplicados em escolas europeias; a avaliação formativa versus avaliação sumativa e a importância da primeira, bem como o papel do professor como orientador/monitor/tutor do processo de aprendizagem dos alunos.

Aliado ao que foi referido, as competências digitais propostas pela UE para todos os cidadãos revestem-se de igual importância.

Como forma de desenvolvimento de muitas destas competências propõem-se duas formas de ensinar inovadoras e que promovem o trabalho colaborativo por parte dos alunos e que são consentâneas com a forma de aprendizagem dos alunos atuais: o Blended Classroom e o Flipped Classroom.

A primeira alia um ensino mais tradicional com a utilização de internet e de ferramentas digitais enquanto que a segunda inverte a forma de ensinar à qual estávamos habituados adotando uma forma mais virtual de lecionar e de promover a aprendizagem individual e a aprendizagem colaborativa dos alunos.

Foram exploradas e visionados alguns exemplos por essa Europa fora da aplicação destas duas metodologias.

O dia já vai longo, pelo que continuarei no próximo post o relato deste primeiro dia de curso.

 

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